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sábado, 12 de dezembro de 2009

Gênero, uma questão de humanidade




Hoje venho aqui por uma reflexão...


Há muitos debates atualmente sobre a questão dos gêneros. Fala-se do gênero humano, do homem e da mulher. e muitos dizem que reunir ou chamar um encontro, seminário, forum de gênero ou qualquer reunião com esta chamtiva, é a formação do "Clube da Luluzinha"...., dizem que não podemos exlcuir os homens, que nunca se viu um seminário de homens, etc, etc,etc....

Então paro e fico me perguntando se a palavra gênero, significa MULHER (se bem que se assim fosse até que seria bem legal, mas, simplesmente não é).

GÊNERO, refere-se a diferenças entre homens e mulheres (nem melhor ou pior, apenas diferentes) trata das iferenças sociais, e, muito embora tenha sido destacado pelo feminismo, GÊNERO, não significa MULHER.

Vejo nos movimentos atuais, e em especial no cooperativismo, a busca pela igualdade e equidade, a busca pela cooperação entre homens e mulheres, pois só assim (penso eu) é que teremos uma sociedade mais iqualitária e quem sabe mais harmoniosa.

Sempre que penso nas tais "questões de gênero" penso no resgate que precisa ser feito da mulher, essa mulher que fecundada, gera um outro ser, que simplesmente será (assim se espera) um ser humano,independente se homem ou mulher (o gênero Masculino ou Feminino) de certa forma é irrelevante.

O mais importante nestes casos, é que seja saudável e tenha uma vida feliz.

Neste ponto de reflexão, pergunto-me se basicamente todos nós, homens e mulheres, temos a mesma gestação, mas certamente de formas diferentes, porque que não podenos aceitar somos semelhantes em nossas diferenças e que estas diferenças é que tornam a vida social energizante e vitalizadora.

domingo, 8 de novembro de 2009

Valorização da participação da mulher em iniciativas de cooperativismo e articulação de questões de gênero


Valorização da participação da mulher em iniciativas de cooperativismo e articulação de questões de gênero


O Mundo mudou, Brasil mudou, o Estado do Rio de Janeiro mudou, e nesta onda de mudanças o cooperativismo também mudou. Hoje há um espaço em potencial para participação ativa do público feminino, apesar do visível processo de inserção das mulheres no mercado de trabalho, pois ainda percebe-se dificuldades para a conquista desse espaço nas questões culturais e diferenças salariais, vemos que vêm mudando gradativamente.

O cooperativismo é um movimento de integração, formado por pessoas unidas com o mesmo objetivo, e conta cada vez mais com um número maior de mulheres em seus quadros de cooperados, atuando tanto na produção direta como na liderança desse processo, com os espaços conquistados nos mercados nacional e mundial, vem comprovar a excelência da força do trabalho de trabalho feminino.

Estatísticas do Sistema OCB mostram que as mulheres representam hoje cerca de 30% dos cooperados e 40% do quadro de empregados das cooperativas brasileiras. Isto em um universo de 7.672 cooperativas, formadas por 7,6 milhões de associados e 251 mil funcionários. A distribuição de dirigentes mulheres por região, ainda pequena, no entanto na região Sudeste este crescimento é maior, mas percebe-se esta tendência de crescimento para todas as regiões do país.

Apenas 12% das mulheres ocupam cargos de direção, e embora que, ainda pequena em comparação com a participação do público masculino, a integração do público feminino às práticas cooperativistas tem crescido e ações que incentivem a participação de mulheres no movimento cooperativista, é um dos objetivos deste projeto

A presente proposta, tem como um de seus pilares, o aprofundamento do conhecimento acerca do cooperativismo, sua filosofia, princípios e valores ao público feminino, incentivando a formação novas líderes cooperativistas e o fortalecimento das já existentes. Contar com a força empreendedora das mulheres cariocas e contribuindo para o desenvolvimento do cooperativismo brasileiro.

Reportando-nos a eventos anteriores dos quais citamos mais a frente dois de relevância, sendo o primeiro estadual e outro nacional, pretende-se regatar no Estado do Rio de Janeiro o debate e a ação em torno do fortalecimento do movimento cooperativista estadual e nacional.


• o Seminário “Mulheres Cooperativistas em Ação, realizado em outubro de 2006, no Estado do Rio de Janeiro, que em sintonia com as quatro tendências do cooperativismo contemporâneo, com foco no fortalecimento do setor elaborou seu plano de, onde foram tiradas 4 linhas de ação prioritárias a saber:

1. Articulação Política - investir na formação de novos líderes cooperativistas
2. Capacitação - a partir de um trabalho de formação, educação e capacitação
3. Comunicação - trabalhar por uma gestão profissionalizada, promover a inter-cooperação
4. Informação e Marketing - desenvolver ações de responsabilidade social, com foco na comunidade

o 1º Fórum Nacional de Gênero, Cooperativismo e Associativismo, onde a sinergia dos participantes, representantes de cooperativas de todos os estados brasileiros ao recomendaram:
1. a criação de banco de dados sobre gêneros para a promoção de uma rede nacional de comunicação integrada;
2. a inclusão do cooperativismo como disciplina no currículo do ensino regular;
3. e a implementação do código de ética para a defesa e os direitos das mulheres .


Culminando com a aprovação da criação do dia do gênero e cooperativismo para ser comemorado no dia 19 de novembro. ” proposto pela coordenadora-geral de Autogestão Cooperativista do Mapa, Vera Lúcia de Oliveira.

OBJETIVOS:
1. Promover o encontro de representantes cooperativistas que tem como protagonista a mulher no Estado do Rio de Janeiro e representantes do setor público, privado e organizações da sociedade civil;
2. Avaliar a trajetória do Gênero Cooperativismo e Associativismo Carioca na última década, considerando os avanços e os desafios apresentados neste período;
3. Revalidar o plano de ação construído em 2006 e analisar as perspectivas; futuras, visando avançar na implementação das políticas públicas de gênero no mundo cooperativo/associativo urbano e rural e na sociedade;
4. Contribui para o fortalecimento da uma rede nacional de comunicação integrada;


sábado, 14 de março de 2009

Dia Internaiconal da Mulher

Sei que já passam alguns dias do dia Internacional da Mulher, mas quero deixar registrado a palestra que ministrei em Barra Mansa sob o título: Como empreender em momentos de crise, até porque tive por certo que administrar uma crise, o TEMPO, o que aliás é algo que assombra homens e mulheres.

Diária mente ouvimos dizer que "não deu tempo", não tenho tempo, o tempo está passando rápido demais... e por aí vai. 

O tempo tem se mostrado uma adversário forte, tenaz e implacavel no dia-a-dia dos simples mortais, e na realidade precisamos aprender a lidar com este novo momento em nossas vidas.

Durante a palestra, lembrei aos presentes, mulheres e homens, o quanto já avançamos considerando o tempo que temos, e como as mulhere veêm gradativamente administrando o seu tempo, sempre em momentos de crise. Podemos perceber que para a mulher a palavra crise pouco ou quase nada representa, pois administrar o lar, o trabalho, os amigos e famílida, conciliando todas estas tarefas não é coisa simples de se fazer. 

Hoje temos dados que comprovam este avanço, e fica a pergunta que não quer calar. Como estas mulheres, com tantas atividades dirurnas e noturnas conseguiram avançar em suas propostas profissionais, se o tempo é tão escasso? 

Mas esta é uma nova postagem... aguardem.

Desenvolvendo o Cooperativismo no Rio de Janeiro


Estava aqui pensando os motivos do cooperativismo no Rio de Janeiro ser tão ruim....


Temos tudo para representar uma avanço em termos de desenvolvimento, mas na realidade a cada dia percebo que retrocedemos à passos largos. e isso me parece incrível.

Veja que aqui, temos meios, pessoas, tecnologia e principalmente muitas carências, tornando o espaço extremamente favorável ao surgimento e crescimento de cooperativas.

Nos centros urbanos temos precariedade bobas, que facilmente seriam solucionadas se apenas olhássemos para o campo, nossas áreas rurais, onde a falta de tudo é enorme.

Mas ao contrário disto, ficamos a disputar espaços com nos mesmos, sem que isto represente crescimento para ninguém.